Onde tudo começou
Onde tudo começou
Por: Renata Gonzaga
cap 1

Perola é filha de caleb e katheriny, a mais velha e de temperamento mais forte, um pouco mimada demais por ser a primeira, mais isso não explica o fato de sua arrogância e soberba, a mesma passara alguns dias na fazenda de sua tia onde ela conhecera o nosso querido Conrado, querido e amado por todos e isso incluirá nossa doce perola que sera rejeitada duramente, por ele ser uma pessoa simples e simpático com todos aos seu redor, é ai onde ela vera que nada do que ela julga ser, é como ela pensa, e que cada um tem sua essência.

Pérola Cooper.

Tempos atuais

Com essa pandemia estou sem ir para a faculdade, agora fico aqui só olhando para minha irmã  e meus pais, não estou mais aguentando ficar presa dentro de casa, até conversei com minha tia estou querendo ir ficar uns dias na casa dela, fica em uma fazenda até que gosto do clima de lá, não gosto muito de Mato mais lá é bem agradável.

—Oi filha. Minha mãe fala entrando em casa, estou deitada no sofá olhando minhas redes sociais

—Olá mãe. Digo sem ao menos olhar pra ela

—Onde está sua irmã? Pergunta e jogo o celular encima do sofá entediada

—Estão lá em cima, não a ví dez de que acordei. Digo e levanto

minha mãe é uma verdadeira boneca, nunca mudou nada dez das fotos que vi dela mais nova, seu rosto angelical agora com mais alguns anos, mais ainda continua linda, meu pai é um verdadeiro lorde com ela, mima ela de todas as formas, nem parece que a mesma teve duas filhas, minha irmã parece mais com ela e eu com meu pai, os cabelos loiros e a pele branca, claro que em algumas coisas pareço com minha mãe, mais em outras sou meu pai em pessoa e isso as vezes me irrita bastante, já a Lunna é a cópia perfeita da minha mãe, seus cabelos castanho os olhos claros e os lábios rosados, seu rosto angelical e seu jeito meigo, as vezes brigamos e mesmo eu sabendo que sou errada é ela quem me pede desculpas, claro que desculpo ela para depois brigamos de novo ou então qual graça teria ficar brigadas e eu não ter a quem encher o saco?

—A senhora conversou com papai para me deixar ir para a casa da tia? Pergunto e ela para de mexer no celular

—Sim, ele falou que você pode ir, mais também disse que não quer que isso atrapalhe seus estudos. Diz por fim e eu suspiro

—Ok, então vou arrumar minhas coisas. Digo e ela faz que sim com a cabeça

—Não quer chamar a Lunna para ir com você? Pergunta e eu me viro para ela

—Sabe que ela não gosta de lá.

Na verdade eu sabia por que ela não gostava de ir lá, o filho da tia não deixava ela em paz, sempre arrumava briga com ela e ficava lhe apelidado, o moleque com dez anos é um terror

—Mais chama ela, não custa nada. Subo para meu quarto e tomo um banho para depois ir no quanto da minha irmã

Bato na porta e ouço um entre, ela está deitada na cama lendo um livro que suponho ser a culpa é das estrelas

—Vou pra casa da tia ló você quer ir? Pergunto e ela me olha abaixando o óculos de grau

—Não obrigada, sabe que não suporto aquele moleque. Ela diz e eu sorrio

—Ok, mamãe  mandou te chamar mais já sabia a resposta, mais por que você não vem e passa uns dois dias e depois volta? Pergunto querendo a tirar um pouco de casa

—Vou pensar, mais acho provável te dar a mesma resposta. Ela diz e então eu saio do quarto deixando a mesma lá

Volto até meu quarto e começo a arrumar minhas coisas, coloco minhas havaianas por que elas são tudo para mim, nada melhor do que meus pés confortável.

Depois de arrumar minhas coisas tinhas três malas prontas, foi um dia todo de trabalho, fora a bolsa onde estava meu notebook e meus livros e cadernos para fazer meus trabalhos

As sete horas eu já estava com tudo pronto, meu pai me avisou que me levaria lá, estava animada para passar uns dias la, mesmo não gostando muito de barulho de vaca e de cavalo mais eu estava animada para sair de casa.

No caminho coloquei umas músicas na minha play list e fui ouvindo, meus gostos músicas era bem diferentes do meu pai então para não brigarmos resolver por o fone de ouvido, era um pouco longe, mais ou menos umas três horas de viajem, meu pai fez questão de me levar por que queria ver a tia, e de fato a Lunna não quis vim mesmo.

Ao chegarmos fomos recepcionados por a minha tia o Pietro e seu filho, meu pai resolveu dormir aqui por que a viagem de volta seria demorada, jantamos entre algumas conversas e sempre minha tia me direcionada alguma pergunta sobre namorado.

—Não arrumei namorado ainda tia, na faculdade não tem ninguém ao meu nível para me agradar. Digo e todos ficam em silêncio completo

Depois da janta cada um se acomodou em seus quartos e enfim pude dormir, estava cansada da viajem

Ao acordar com o barulho dos pássaros e dos cavalos me levantei e fui ao banheiro, tomo um banho quente e escovo meus dentes, penteio meus cabelos deixando eles soltos, aquele típico cabelo loiro que b**e na cintura.

Desço e não vejo ninguém por a casa, todos já devem está fazendo suas tarefas diárias, não vejo o carro do meu pai e deduzo que ele já deve ter ido embora, vou até a cozinha e umas das funcionárias está arrumando as louças, finjo uma falsa tosse e então ela me olha, ela é bonita, parece ter mais ou menos minhas idade sua pele é em um tom moreno e os cabelos são cacheados, está amarrado em um rabo de cavalo bem feito, ela então sorrir simpática para mim.

—Bom dia senhorita, vou arrumar seu café da manhã. Ela diz fechando o armário e indo lavar as mãos

—Não se preocupe, não como pela manhã, apenas quero uma fruta onde encontro? Pergunto olhando em redor

—Aqui na mesa tem algumas opções, como banana, maçã e pêra e na geladeira tem pêssego e uva aqui da Fazenda mesmo entre outras, pode ficar a vontade. Ela diz e sai da cozinha me deixando sozinha resolvi pegar apenas uma maçã, lavo a mesma e saio pela porta dos fundos mesmo, começo a caminhar um pouco e vejo o estábulo.

Fico observando os cavalos correr no cercado, até tinha vontade de montar mais minha irmã caiu e quebrou o braço então fiquei com medo e nunca mais quis subir em um cavalo, ela nem lembra mais disso por que ainda faz aula de quitação . me perco em pensamentos olhando todo aquele espaço ao meu redor, sou tirada de meus devaneios por uma voz extremamente sexy

—Bom dia senhorita, gostaria de algum cavalo para dar um passeio? olho para ele e que visão meus olhos fazem uma pequena revisada de cada parte de seu corpo, os braços são forte e musculosos, os olhos azul me fascinam de um jeito que jamais imaginei que aconteceria, ele segura uma sela e destaca ainda mais seus músculos na camisa de manga comprida, saio da minha explorada quando ele pigarreia

—Não, eu não munto a cavalo. Digo sendo rude e o mesmo assente com a cabeça.

—Conrado me ajude aqui por favor. ouço um grito de longe então olho para o senhor que acaba de falar, o rapaz que ate então estava aqui sai presumo que esse seja o nome dele

olho por mais um tempo os cavalos correndo então resolvo ir para dentro.

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