Ele quis rasgar os papéis do divórcio.
Mas percebeu que aquilo talvez fosse a última coisa que ela lhe deixara.
Se destruísse, não teria nem mesmo essa lembrança.
Frederico traçou repetidamente o nome de Alva com a ponta dos dedos, seus olhos inundados de saudade.
— Alva, foi minha culpa. Eu nunca deveria ter tido outra mulher. Eu só amo você!
— Pode me bater, me xingar, fazer o que quiser, mas por favor, não me deixe.
— Eu não posso viver sem você, Alva...
Ele repetiu palavras de arrependimento