Cap.142
Chegando à porta do laboratório, ela segurou a maçaneta. O coração acelerou.
“Calma, é só a Abigail” — pensou, sentindo um aperto no peito. Ela encarou Júnior, a alguns metros de distância, ainda a observando.
Empurrou a porta, e o ar químico do ambiente a envolveu. Frascos brilhavam nas prateleiras sob a luz fria. Mas… não havia sinal da amiga. Quando entrou e seguiu ao redor da mesa, afastando-se da porta, seu sangue gelou nas veias.
Um movimento à frente, uma sombra que se destacou.