Cap.12
Assim que Lúcios ordenou, Valerius puxou a cadeira, empurrando-o para a saída. O quarto mergulhou novamente no silêncio.
Ângela tinha aberto os olhos lentamente quando percebeu que já não era mais o centro da atenção e que eles estavam saindo do quarto, os cílios tremendo contra a luz suave da manhã. Sua respiração era calma, mas o olhar perdido vagava pelo teto, como se ainda estivesse presa entre o delírio e a realidade.
Ela virou o rosto com dificuldade, apenas o suficiente para vislu