52. O COTIDIANO DE ISABELA
O quarto do hospital estava silencioso, iluminado apenas pela luz suave vinda do corredor. Isabela repousava na cama, exausta, o corpo ainda dolorido do parto, mas o olhar não se desprendia das quatro incubadoras ao lado. Cada uma guardava um pedacinho dela, respirando, sonhando, vivendo.
Seu peito subia e descia rapidamente, não apenas pelo esforço do parto, mas pela avalanche de emoções que a dominava. O cansaço pesava, mas o medo não permitia que ela se entregasse ao sono.
A enfermeira entro