17. O PESADELO
A noite avançava lenta, quase interminável, dentro daquele quarto impregnado de segredos. Leonardo permanecia deitado, imóvel, o rosto voltado para o teto, mas os olhos semicerrados denunciavam que o sono não chegava. Seus pensamentos eram labirintos, e a respiração compassada que mantinha era apenas uma máscara para esconder a vigília. Ao lado dele, Isabela finalmente sucumbiu ao cansaço. Porém, seu descanso não trouxe alívio.
Logo, o silêncio enganador do ambiente foi rompido por um mundo som