Camila acordou devagar, com a sensação estranha de que algo estava diferente antes mesmo de abrir os olhos.
Não foi barulho. Não foi luz. Foi presença.
O quarto simples da vila ainda estava envolto numa quietude morna, aquela calma que só existe depois de uma noite em que nada precisou ser defendido. O lençol estava desarrumado, o corpo dela pesado de sono profundo, mas o coração acordou primeiro.
Ela virou o rosto.
Rafael estava sentado na beirada da cama.
O bebê dormia nos braços dele.
A cena