A casa já tinha mergulhado num repouso forçado quando Camila atravessou o corredor em passos contidos. As luzes estavam baixas, os seguranças posicionados nos pontos definidos por Herrera, e o silêncio parecia vigiado. Ela não avisou ninguém. Não pediu permissão. Apenas seguiu o impulso que apertava o peito desde que o médico saiu.
Parou diante da porta do quarto de Rafael e girou a maçaneta devagar.
Ele dormia mal.
O corpo grande ocupava o centro da cama, lençóis desarrumados, o curativo branc