Mundo ficciónIniciar sesiónA imagem de Théo jogando na casa do amigo surge instantaneamente. A concentração no rosto, o brilho nos olhos, a alegria simples.
- É esse - decido, sem hesitar. O atendente se aproxima. - Presente? - pergunta com simpatia. - Sim. - faço uma pausa. - Pra um menino... e, talvez, pra mãe também. Ele sorri, cúmplice, enquanto separa o aparelho. Sigo até o caixa com a sensação de estar fazendo algo mínimo... mas necessário. Tal






