Os dias haviam se arrastado em silêncio sufocante desde a visita da vovó Nívea. O apartamento não parecia um lar, mas uma cela. E agora, nem mesmo a livraria-café — o santuário de Bridget — oferecia mais segurança.
Naquela manhã, enquanto organizava os romances na seção de autores estrangeiros, Bridget ouviu o sino da porta tocar. O coração acelerou sem razão aparente… até sentir o perfume.
Lavanda com fundo amadeirado.
Gustavo.
— Bom dia, minha noiva preferida — ele disse, como se fosse normal