A mansão Tulipa Azul surgiu diante dos olhos de Bridget como um refúgio antigo, mas também como uma prisão silenciosa. Sentia-se exausta, frágil, mas determinada a manter seu segredo… ao menos por enquanto.
Maxwell estacionou o carro e correu para abrir a porta do passageiro. Ajudou-a com delicadeza, como se cada toque precisasse ser medido.
— Pode me soltar, Max… já estou em casa — disse ela com um leve sorriso cansado.
— Só depois de ter certeza de que vai entrar inteira — ele retrucou, firme