O hospital parecia mais silencioso naquela manhã de segunda-feira. Bridget tentava não pensar muito. Havia feito isso por anos, na verdade — evitar pensar no que doía demais. Mas agora, as dores físicas e emocionais exigiam atenção. E Maxwell estava ali, como prometera, segurando firme sua mão.
— Está nervosa? — ele perguntou em voz baixa, enquanto ela preenchia a ficha da nova consulta.
Ela assentiu, mas tentou sorrir.
— Não é como se eu não estivesse acostumada a hospitais ultimamente, né?
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