O carro diminuiu a velocidade antes mesmo de virar a esquina, e Maya percebeu antes de ver. Havia uma movimentação diferente no ar, mais concentrada, quase elétrica, como se o espaço à frente estivesse carregado de expectativa. Quando o restaurante finalmente apareceu, iluminado demais para um início de noite que ainda não tinha escurecido por completo, o motivo se revelou sem esforço: gente demais na calçada.
Não eram clientes. Não exatamente.
Fotógrafos se posicionavam com precisão, câmeras e