A porta do apartamento se fechou atrás deles com um som seco, alto demais para o que deveria ser apenas um gesto simples. Nenhum dos dois tentou suavizar. O silêncio que se instalou em seguida não tinha nada de confortável; era denso, carregado, como se o ar tivesse engrossado desde o momento em que saíram do restaurante.
Maya largou a bolsa sobre o sofá sem cuidado, o gesto mais brusco do que pretendia, e tirou os sapatos com pressa, quase impaciente, como se qualquer detalhe físico começasse