Soraya
O meu corpo se arrepia ao sentir o cheiro de gasolina. Aos poucos, meus olhos se abrem, e a luz solar me atinge. Coloco o antebraço em cima dos olhos impedindo os raios solares. Assim que eu consigo erguer o meu tronco, percebo que estou em cima de uma cama de solteiro, com um lençol branco em cima.
Ninguém está em volta. É como se o galpão estivesse solitário, como se estivessem me abandonado a minha própria sorte. Quando tento me levantar sou forçada a recuar, pois algo havia me puxado