— Julian... - Ela chamou. - Está me ouvindo?
— Emma, meu amor? - Ele girou a cabeça. Ele também estava vendado e não podia vê-la.
— Sou eu. Mas por favor, não me chame mais assim! - Ela se afastou.
Pegou o espelho, respirou fundo e pediu que o espelho lhe mostrasse seu pai. Ela o viu dormindo.
— Pai! - Ela chamou, mas ele não acordou. - PAI! - Ela chamou mais alto e mandou um sentimento de urgência. Ele abriu os olhos, mas parecia confuso.
— O espelho! - Ela disse. - O espelho!
Ele olhou em