Emma despertou com uma batida na porta. Seu rosto estava inchado de tanto chorar. Não havia mais lágrimas. Ela havia chorado por horas até que desmaiou de cansaço e agora uma batida na porta a trazia de volta à consciência. Mas a jovem não queria levantar, não queria sair daquela cama. Era como se estivesse ali por alguns minutos apenas.
A batida na porta era insistente e ela se viu obrigada a levantar. Não respondeu, apenas se levantou, olhou para a janela e ainda era noite. Deveria ser tarde.