Quando o barulho do famoso toque do iPhone ecoou às seis e meia da manhã, eu praguejei.
— Ah, não... não pode ser... — murmurei, tateando a mesinha de cabeceira com os olhos ainda semicerrados, tentando silenciar o alarme que parecia gritar mais alto do que o normal.
Eu tinha ficado até tarde configurando meu celular novo, transferindo contatos, ajustando aplicativos e, claro, me despedindo de um hambúrguer artesanal gorduroso da lanchonete da esquina — um último momento de fraqueza antes de