72. A TRAIÇÃO
A elegante cafeteria se tornara meu refúgio predileto há uma semana. Após as longas horas de trabalho, eu ia até lá para desfrutar de um café, sempre ocupando a mesma mesa ao lado da janela, mantendo a esperança de rever aquele rosto que não conseguia esquecer. Embora não soubesse seu nome, a imagem de sua figura distinta permanecia gravada em minha memória.
Eu tinha muito medo porque Nectáreo não se cansava de me avisar para não andar sozinha, já que as máfias estavam lutando pelo poder e C