186. NÃO TENHAS MEDO

ALONSO:

Senti a mão trémula da minha Celia apertar a minha, o que significava que estava a escutar o que diziam todos. Um silêncio tinha-se implantado no quarto ante a minha reação, e pude sentir como a mão de Celia apertava a minha. Tinha medo, por isso inclinei-me e disse-lhe.

—Não tenhas medo com o que escutes, amor. Tens-me a mim e não deixarei que te façam nada —beijei a sua testa cobrindo-a com o
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