O meu CEO e o redescobrir do amor
O meu CEO e o redescobrir do amor
Por: crisferry42
O meu CEO e o redescobrir do amor

PRÓLOGO

Tudo começou no ano de 1979; num bairro de classe alta chamada Alfaville, o qual pertence a uma cidade grande chamada P City. Era um bairro onde os moradores se conheciam de vista, não havia amizade, pois ali viviam todos, os seus empresários, doutores. Esse ano, havia nascido neste bairro, uma menina que se chamava Isabella Meirelles Reis, era linda, cabelos loiros escuros, olhos azuis como o oceano, pele branca, lábios carnudos e rosados. Os pais de Isabella, Hugo Peres Reis e Maristella Meirelles Reis, eram donos de uma empresa renomada de consultoria jurídica. Hugo e Maristella eram advogados, trabalharam muito para conquistar o que, hoje era uma empresa invejadas por muito do ramo. Eram pessoas idôneas. Maristella logo que, a filha nasceu não quis mais advogar, pois queria se dedicar a sua filha. Hugo comprando. No ano de 1984, 

No dia do aniversário de Isabella, sua mãe havia programado uma festa. Dr. Hugo pai da Isabella e marido da Dra. Maristella, uma ligação como quatro da tarde, recebeu a ligação a pessoa que era urgente, que ele precisava ir ao escritório para resolver uma emergência. Este falou com a esposa e deu um beijo na filha que está planejando voltar ante da festa começar. As horas se tornam conhecidas e Maristella. Ela estava ligando para o marido e o mesmo não atendia. De repente a campainha da casa toca e ela corre para atender achando que era o marido, e que o mesmo havia esquecido as chaves. Quando esta abre a porta, o assistente pessoal de seu marido chega com a notícia bombástica. Seu marido sofreu um acidente de carro, o qual foi fatal. 

CAPÍTULO 1    

Os anos se passaram. No ano de 1994, Stella Mendall Still, estava com quinze anos cursava o primeiro ano do segundo grau. Morava em um bairro de classe média baixa chamado Destiny localizado na cidade J City. Era uma adolescente linda, olhos azuis como o mar, cabelos loiros escuro e ondulados, pele branca, lábios carnudos e rosados, corpo perfeito, tudo no lugar, meiga, inteligente, amiga, companheira. Stella, tinha como amiga Karen Randell Smith. Suas mães desde muito tempo, eram amigas. Portanto, Stella e Karen; tornaram-se amigas inseparáveis. Stella estudava na mesma escola que a Karen. A Karen era o oposto da Stella, era paqueradora, gostava de se arrumar, de maquiagem. Stella, vivia para estudar, pois queria ser alguém na vida, não queria namorar. Dizia que namorar atrapalharia os seus estudos.

Na mesma escola tinha um garoto que, era o príncipe de todas as garotas, ele se chamava Henrique Martinelle Porto; era popular, lindo, olhos verdes, cabelos castanhos escuro, pele branca, boca carnuda, corpo atlético, o melhor jogador de futebol da escola. As maninas suspiravam por ele. Ele nem dava bola, só as usava e dispensava. Henrique era um adolescente que, sabia o seu potencial com as meninas, vinha de uma família rica, seus pais eram empresários da indústria de artigos de hotelaria, entre outros negócios.

Stella e Karen; conheciam a fama de Henrique na escola. Mas, a Karen babava por Henrique; mesmo ela sendo apaixonada por seu melhor amigo. Stella não aguentava essas peripécias de sua amiga. Henrique já havia notado que a Stella era a única menina na escola que, não se importava com ele. Parecia que ele não existia para essa menina. Ele já a vinha observando e seu interesse por essa menina só crescia. 

Henrique fazia coisas para chamar a atenção de Stella, mas essa simplesmente não notava. Um dia estava acontecendo um torneio de futebol na escola. Stella estava na biblioteca estudando, enquanto todos estavam na quadra para torcer pelo time e principalmente pelo melhor jogador da escola. Karen, chegou na biblioteca para falar com Stella para assistir ao torneio. 

_ Stella, vamos assistir ao torneio. Vamos amiga. – Então Stella falou:

_ Não quero ir, Karen. Sabes que não gosto de futebol.

_ Puxa, amiga! Vamos, o meu Caio e o Henrique estão jogando.

_ O seu Caio? – Stella sorri – Rsrsrsrs. Desde quando ele é seu. Pelo o que eu sei, ele é de todas e ao mesmo tempo de ninguém. Eu não gosto de futebol, ainda mais ver esses dois jogando; chega me dá nojo.

_ Você é mal comigo. Vamos só um pouquinho. Só para não ficar sozinha. Vamos, por favor. Vamos, vamos! – Stella a olha, balança a cabeça e fala

_ Está bom. Só um pouquinho. Se não te deixo lá e vou embora. Entendeu.

_ Está bom. Te amo, você é minha melhor amiga.

_ Kkkkkkkk. Você só tem a mim.

As duas saíram e foram para a quadra. Chegaram à quadra e sentaram. As mesmas estavam tão distraídas conversando que, Stella sentiu só uma dor e tudo ficou escuro. Quando acordou estava na enfermaria da escola. Esta quando abriu os olhos, viu sua amiga e perguntou:

_ O que aconteceu, Karen?

_ Você levou uma bolada e desmaiou.

_ Quem foi o idiota que fez isso?

Neste momento a porta da sala onde ela estava se abre e a pessoa que adentra fala:

_ Foi eu. Não foi por querer. Eu chutei a bola para o meu amigo fazer a jogada, mas foi com muita força. Desculpa não tive a intenção de te machucar.

_ Está vendo Karen; é por este motivo que não gosto de futebol. Eu sou vítima dessas coisas, só acontece comigo. – Stella dá uma olhada para Henrique com uma fúria e respira fundo para não ser grossa.

Karen, ficou com uma cara de deprimida. Ela forçou a amiga ir com ela e acabou se machucando.

_ Karen, vai perguntar se já posso ir para casa. Quero minha cama.

_ Estou indo já volto.

Henrique ficou a observá-la e pensou: ‘como ela é linda, marrenta, mas linda. Ela é diferente das outras meninas. Quando sua colega fica toda assanhada, ela a repreende. Tenho que conquista-la. Como ainda não sei, mas irei descobrir.’ Henrique estava divagando, quando Karen; entra informando a Stella.

_ A Doutora; falou que você pode ir para casa.

_ Então liga para minha mãe para vir me buscar. – Neste momento, Henrique fala.

_ Não precisa Stella. Eu as levo para casa.

_ Não, obrigado. Não precisa se incomodar, não quero me machucar mais que já me machucou. Como é mesmo o seu nome? – Henrique a olha sem acreditar e pensa. ‘Não acredito que ela nem sabe o meu nome. Ainda me perguntou para eu confirmar’.

_ Meu nome é Henrique e não é incomodo nenhum, pois é o mínimo que posso fazer. Já que te machuquei, concorda? – Então Karen fala.

_ Aaaah! Amiga daqui que, eu ligue para sua mãe para vir busca-la vai demorar muito.

_ Está bem, Karen. Está bem, vamos.

Karen, foi ajudar a Stella se levantar, mas esta disse que não. Mas, quando levantou perdeu o equilíbrio e se não fosse Henrique, ela teria caído. Henrique a enlaçou pela cintura a impedindo de cair. Eles ficaram uns segundos se olhando, mas foi Stella que saiu do transe. Ela ficou sem graça. Eles saíram da sala, se encaminharam para o carro e partiram. Henrique as deixou em casa e seguiu para sua casa. Os dias se passaram e o Henrique ficava cada vez mais fascinado por Stella e por tudo que a mesma fazia.

Um dia, Stella estava saindo da escola, quando de repente dois rapazes começam a cerca-la e ela tentando sair dos assédios dos mesmos, pois nesse dia a Karen, não havia ido à escola; a mesma se encontrava em casa doente. Henrique viu o que estava acontecendo e foi ao seu socorro; brigou com os rapazes e a levou para casa. Depois desse dia a Stella ficou muito agradecida a ele. A partir desse dia em diante ficaram amigos. Três meses se passaram e a amizade se transformou em namoro. Após a formatura de Henrique no ensino médio; eles ficaram noivos. Stella estava com dezessete e Henrique com dezoito anos, os mesmos eram inseparáveis. As pessoas e até seus amigos invejavam o amor que eles tinham um pelo outro.

Henrique passou no vestibular e foi para a faculdade. Stella no seguinte foi para a faculdade. Eles conversaram com suas famílias e decidiram se casar após a formatura de Henrique, a faculdade que estava fazendo tinha duração de cinco anos. Os anos se passaram e Stella se formou em Letras e Henrique em administração. Após três meses da formatura de ambos, chegou o tão sonhado dia, o casamento. Stella estava radiante, pois ia se casar com que amava e falou. 

_ Estou tão feliz mãe, que parece que estou sonhando. – A mãe a olha com os olhos marejados e fala.

_ Não é um sonho; é real filha. Você merece ser feliz.

As duas se abraçaram e ficaram um bom tempo abraçadas.

Stella com um mês de casada descobriu que estava grávida. Foi uma alegria para a mãe de Stella. Os pais de Henrique, não ficaram muito felizes; pois o que o pai do mesmo queria que ele se casasse com uma moça de família rica, uma família de nome. Em dezembro de 2001, nasceu a filha de Stella e Henrique, a qual se chamava Joana. Como todo casamento não é namoro. Após o nascimento de Joana; o casamento de Stella e Henrique começou a ruir.  Henrique já estava administrando as empresas de seus pais. Passou a chegar em casa tarde da noite, a desculpa era sempre a mesma; de muito trabalho e as vezes bêbado com a desculpa de jantares com clientes. Stella não estava gostando das atitudes do marido e começaram as brigas. Com dois anos de casados, aconteceu a inevitável separação. Stella descobriu que Henrique a estava traindo com a filha de um dos associados da empresa. Cada um seguiu seu caminho.

Após, alterar o caso Henrique se casou e foi morar fora do país para administrar as empresas de seus pais. Os pais de Henrique, queria que o mesmo ficasse o mais distante de Stella; pois ela não era bem vista por sua posição social. A vida de Stella não foi fácil, estava com vinte e quatro anos com uma filha de um ano para cuidar. A jornada de Stella, após o foi de duração. Um ano depois, de sua separação sua mãe faleceu. Stella uma de suas melhores amigas, mas tinha a Karen que, nunca a abandonou, esteveper ao seu lado a ajudar e sua filha que era a razão do seu viver. Joana estava nessa época com dois anos de idade. Os anos seguiram, Stella batalhando pelo futuro de sua filha. Ela não desistiria, um dia tudo mudaria para melhor. Com isto em mente, não teve medo de continuar a buscar o melhor todos os dias.

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