Camila caminhava pelo corredor de mármore do palácio, voltando com as mãos dadas com Sofia. A pele ainda estava um pouco quente, mas a respiração já tinha voltado ao ritmo normal. Ela sentia-se recuperada do incidente do café da manhã; a presença sólida de Sofia ao seu lado servia como uma âncora, impedindo que o fantasma de Ricardo a puxasse de volta para o abismo.
A sala de meditação era um labirinto de tecidos. Sedas translúcidas de cores profundas — açafrão, índigo e carmesim — caíam do tet