O sol da manhã entrava pela janela da sala, banhando a cozinha onde Hayley preparava o café com movimentos automáticos. A rotina, antes um conforto, agora parecia um ciclo repetitivo que apenas acentuava o vazio em seu peito. Enquanto arrumava a mesa, seus pensamentos giravam em torno de um nó crescente de insatisfação, uma sensação de incompletude que a assombrava e que ela sabia que não poderia ignorar por muito mais tempo.
O toque do celular interrompeu seu devaneio matinal. Era Sara.
— Oi,