Miranda hesitou por um momento, a pergunta de Peterson pairando no ar. A voz dele era suave, quase gentil, e o olhar que ele a dirigia era diferente de tudo que ela já havia visto nele. Algo cedeu dentro dela. Com um suspiro, ela sentou-se no sofá, afundando-se entre o cobertor e o travesseiro bagunçados.
— Eu perdi meu pai aos quinze anos. Depois dessa foto! — começou ela, com a voz baixa, quase um sussurro, enquanto olhava para a foto emoldurada de si mesma. — Logo depois, saí de casa porque