Ele encontrou um, se levantou
— Não duvide de mim.
Ela achou os outros, começou a arrumar a cama cabisbaixa, tentando lembrar quando foi a última vez que se sentiu contente de verdade. Ele tomou os remédios, começou a mexer no celular, voltou a deitar. Ela se aproximou na beirada da cama
— Já que está melhor, vamos pra casa, meu irmão e eu.
— Eu estava pensando melhor e como não vou mais à escola.
— Posso trabalhar pra você, o dia todo.
— Sei que te devemos muito, mas.
— Preciso de dinheiro pra