Ela abriu a porta do carro para mim. Entendi que ali encerrava a nossa conversa e que Audrey me daria uma carona para algum lugar.
— Vou ficar aqui — avisei.
Não fazia sentido eu entrar no carro dela e fingir que estava tudo bem.
— Faço questão de levá-la de volta.
— E eu faço questão de ficar.
Audrey ficou diante de mim e, para minha surpresa, me abraçou. Infelizmente eu não consegui corresponder e fingir que estava confortável com tudo aquilo.
— Obrigada, Francisca.
Audrey se foi, sem saber q