O beijo não foi doce. Não teve cuidado nem hesitação. Foi um ataque à minha sanidade, a tudo que eu acreditava não existir: química.A língua dele não pedia licença. Explorava cada centímetro da minha boca, me dominava. Em segundos, não era só minha boca que ele tinha sob controle. Era meu corpo inteiro.Meu coração disparou, minhas pernas perderam força e minha boceta reagiu como se tivesse sido acionada por um comando invisível: molhada, quente, pronta.Eu mal acompanhava o ritmo. E isso só tornava tudo mais intenso.Fui deslizando minha calça desajeitadamente, até me livrar dela de vez.Ele me puxou pelas coxas com facilidade, fazendo com que minhas pernas se agarrassem aos seus quadris quase por instinto. Ainda colada aos seus lábios, eu era levada para algum lugar que pouco importava.Quando caímos no colchão, naquela posição desajeitada, com ele por cima e eu presa ao seu corpo, meu pulmão finalmente lembrou de respirar.Afastei minha boca da dele por um segundo, puxando o ar c
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