O relógio na parede parecia ter parado. Eu permanecia sentado no chão, com os cotovelos apoiados sobre os joelhos, encarando o vazio. As lágrimas haviam cessado, porque já não me restavam forças para continuar chorando.
Minha mãe me amparava, sentada ao meu lado... a mulher vaidosa, requintada, elegante... sentada no chão, dando abrigo para o filho já adulto que pareceu ter se tornado uma criança de novo.
Naquele momento, nada do que minha mãe fez no passado tinha importância. Isso porque, no m