Respirei aliviada. Ele e minha mãe ficaram frente a frente. E então ela o abraçou. E chorou. E foi naquele momento que eu entendi que querer odiar era diferente de odiar.
Minha mãe queria odiá-lo, mas não conseguia.
Eu queria não queria odiá-lo, mas não conseguia.
Mas não podia privar a minha filha da convivência com Leonardo. E não era porque eu achava que ele merecia. O que eu acreditava era que ela merecia.
Leonardo era um ser horrível e repugnante. Mas considerava a família o bem mais preci