63. O rastro
Karev
O cheiro de sangue ainda impregnava minhas mãos.
Era dela.
Era o sangue de Mallory.
Minha visão estava turva, minha mente um caos de pensamentos desconexos. O papel amassado da carta tremia entre meus dedos enquanto eu inalava fundo, tentando encontrar algo além da ferrugem do sangue seco.
O coração martelava em um ritmo errático dentro do peito, a raiva fervendo sob minha pele como lava prestes a explodir.
A cada segundo que passava, mais sangue ela perdia.
Ela estava morrendo.
E eu esta