Acordei e tentei me espreguiçar, mas não consegui. Virei a cabeça para trás e fiquei em transe por um momento. Guilherme dormia respirando lentamente. É tão fofo dormindo! Estava de costas para ele e seus braços me apertavam de maneira possessiva. Me prendendo a seu corpo. Segurei os pulsos dele e tentei me soltar, mas ele me apertou com força para si, me sufocando.
— Onde pensa que vai? — sussurrou no meu ouvido.
— Banheiro... — falei baixo.
— Volta pra cá depois...
— Está bem. — O porquê de es