A luz suave do quarto dançava sobre a pele de Nágila, enquanto Vincenzo a observava com um olhar que misturava desejo e controle. Ele segurava as algemas nas mãos, o metal frio brilhando sob a iluminação ambiente. Seus dedos deslizaram suavemente pelo pulso dela, arrancando arrepios que percorriam seu corpo como uma corrente elétrica.
—Você confia em mim, não é?— perguntou ele, sua voz grave e envolvente, que ecoou no silêncio do quarto.
—Sim, Vincenzo,— ela respondeu. Sua voz tremia levemente,