ISABELLA
Chegamos ao apartamento de Demir e ele praticamente me carregava, com aqueles passos cuidadosos demais, como se eu fosse feita de açúcar e pudesse derreter a qualquer momento.
Eu só queria um banho.
E depois me jogar em alguma superfície macia.
Qualquer uma serviria.
Mas assim que cruzamos a porta…
Aisha surgiu correndo pelo corredor, chorando como se tivesse acabado de perder um ente querido. Me abraçou com a força de uma senhora que assiste novela turca demais e acredita em todas.
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