Saí do quarto como um vento. Não sou obrigada a assistir Demir escolhendo com qual camisa vai desfilar no restaurante hoje. O pavão acha que tem que sacudir as penas 24 horas por dia.
Na cozinha, respirei fundo e tentei manter alguma sanidade. Separei as xícaras, pão, açúcar… um toque de normalidade numa vida que já foi para o espaço.
E então a porta abriu.
Entrou uma mulher com a bolsa no ombro e a cara de quem enfrentou o trânsito, metrô lotado e gente azeda. Só não esperava encontrar o apart