Henry.
Amanda andava de um lado para o outro com o celular nas mãos, parecia tensa e perto de perder o controle.
- Ele não vem. – gritou de repente para Adeline. – Ele não atende, não manda mensagem, ele deixou a gente.
- Não, ele deve ter tido algum problema. – afirmou convicta e olhei para Amanda. Ela estava mais fragilizada, ela era a minha chance agora.
- O que nós vamos fazer? Ele disse que hoje acabava tudo. – perguntou e Adeline suspirou pegando seu celular e saindo do galpão.
- Ele aban