O Amanhecer de uma Nova Era: Planos e Promessas
A luz suave do sol do verão filtrava-se pelas cortinas de linho da suíte master, desenhando padrões dourados no tapete onde, horas antes, as armaduras sociais de Isabella e André haviam caído. No silêncio da manhã, o som da respiração compartilhada era a única música necessária. Isabella despertou primeiro, sentindo o calor sólido de André ao seu lado. Ele ainda dormia, mas mesmo no sono, seu braço a envolvia com uma possessividade protetora.
Isabella observou o rosto de André, agora desprovido da máscara de alerta constante. Ela percebeu que a ideia de vê-lo levantar-se, vestir o terno de segurança e caminhar para outro quarto era insuportável. A barreira física que existia entre eles, os corredores, as portas trancadas, a distância formal parecia agora uma relíquia de um tempo sombrio que ela não desejava revisitar.
Quando André abriu os olhos, a primeira coisa que viu foi o sorriso de Isabella. Não era o sorriso da Matriarca para