A Filha do CEO (Cap. 197)
Maria Fernanda insistiu em me guiar até o quarto, mesmo eu relutando em permitir que ela fizesse qualquer esforço. Sua perna ainda não estava totalmente recuperada, e a última coisa que eu queria era ver outro dos meus filhos machucado. Enquanto caminhávamos em silêncio pelos corredores da casa, eu não conseguia afastar da mente o fato de que Ana Fernanda ainda estava lá fora, em algum lugar, e nós estávamos de mãos atadas, impotentes. A culpa era um peso insuportável, e o medo me corroía por