Max Fos
Saí de casa com o peito ardendo, a raiva pulsando tão forte que parecia um tambor incessante dentro de mim. Minhas mãos tremiam ao girar a chave na ignição, e o carro rugiu como se respondesse à tempestade dentro de mim. O ar parecia denso, pesado, como se o próprio mundo conspirasse para me sufocar.
A imagem de Marina — não, ela não merecia mais que eu a chamasse de mãe — invadia minha mente como um fantasma que eu nunca conseguiria exorcizar. Seu sorriso sempre tranquilo, seu olhar a