Ele pôs o braço sobre meu ombro, olhando para o movimento da água que descia em direção à cachoeira:
- Seria muito egoísmo da minha parte agradecer a Deus por ter me deixado desposá-la antes? – A voz dele saiu baixa.
- Eu... Não tenho certeza. – Fui sincera.
- Se Lourenço não tivesse se jogado na frente, eu teria feito.
- Não tenho dúvidas. Você esteve aqui o tempo todo, ao meu lado.
- Passou pela sua cabeça que a lua de mel seria assim? – ele riu, em meio ao caos recente que havíamos passado.