Mundo de ficçãoIniciar sessãoAlef ainda não tinha conseguido dormir uma noite inteira desde que chegou.
O quarto do hotel permanecia escuro, apesar do começo da manhã lá fora. São Paulo nunca dormia de verdade; ali dentro, o barulho não era excessivo, mas era artificial demais para alguém acostumado a acordar com sons, cheiros e movimento de floresta ao redor.
Ficou alguns segundos deitado, esperando o corpo entrar no ritmo.
Sentou-se na cama, apoiou d







