Bruno Alcântara
Assim que desliguei o telefone, me arrumei, voltei ao closet e peguei minha pistola. Separei um envelope com dinheiro e liguei novamente para o delegado.
— Senhor Alcântara, o que posso fazer pelo senhor? — Ele atende no segundo toque.
— Boa noite, senhor Mendonça. Gostaria de ter uma conversa reservada. Tenho uma proposta a fazer. — Preciso trazê-lo para o meu lado.
— Interessante. Pode falar, estou ouvindo. — Espero que não seja espertinho demais e aceite.
— Não por telefone.