Erick Hansson
Os dias foram se passando lentamente e estava feliz como há muito tempo não ficava. Giulia, com aquele jeito leve de ocupar os espaços, estava cada vez mais presente no meu apartamento, ao ponto de transformar o lugar que sempre fora só meu em algo que, agora, sentia como nosso.
Pequenos detalhes, o livro dela largado no sofá, a caneca com chá de camomila esquecida na mesa da cozinha, um lenço jogado no encosto da cadeira tornavam aquele espaço mais vivo.
Mas, a partir da próxima