Aisha sentia seu coração pulando enquanto olhava na tela do celular os minutos se estendendo. Ouvindo passos se aproximando, ela quis mover a cabeça para vê-lo chegar, mas não pôde, até mesmo por sua aparente timidez.
Ele veio bem-vestido, como um bom Sheik, cobrindo os cabelos e pondo o smartphone no bolso da calça, desta vez preta. Sentou-se ao seu lado no sofá; vestia uma camisa social cinza, meio aberta no peitoral — a falta de quatro botões poderia tirar a concentração de Aisha se ela não