Vincenzo soca o volante com tanta força que o painel chega a tremer, e ele acelera ainda mais, sentindo o pânico se infiltrar em cada nervo do corpo, queimando seus músculos e impossibilitando separar a raiva do medo do desconhecido.
— Per favore, fala comigo! Vittoria! — Vincenzo insiste, apertando o volante com tanta força que os nós dos dedos ficam brancos. — Non farmi questo! Vittoria! Responde! — Continua, com a voz tomada por um desespero tão profundo que tudo o que ele quer é ouvir qua