O olhar de Vincenzo se mantém fixo nela, intenso e dilacerado, como se cada lágrima que escapa do rosto dela queimasse também a própria pele dele.
Sua vontade é de puxá-la para os braços, envolvê-la e arrancar de dentro dela toda a dor que o mundo lhe impôs, mas sabe, com a clareza cruel de quem a ama, que naquele instante nenhuma palavra ou gesto conseguiria tocar a profundidade da dor que a consome.
— Não, amore mio, você não fez nada para merecer isso. — Vincenzo responde, a voz baixa, quase