Lorenzo Salvatore
A rua estava silenciosa, envolta pelo breu da noite. O único som era o farfalhar das folhas ao vento e o latido distante de um cão. Estacionei a moto na calçada e olhei ao redor, certificando-me de que não havia ninguém me seguindo. A tensão ainda corria em minhas veias, mas estar ali, na casa da minha mãe, me trazia um breve respiro de alívio.
Bati na porta duas vezes. Em poucos segundos, Anna abriu. Seu rosto estava pálido, os olhos levemente inchados, e o tom choroso na vo