POV Aeron
O medo era uma emoção inútil, um desperdício de glicose e oxigênio que Aeron havia treinado com sua psique no exército. O que ele sentia agora, enquanto chutava a porta e o ar frio da noite batia em seu rosto suado, era uma clareza gelada e absoluta.
O mundo se resumiu a vetores de ameaça e linhas de tiro.
Ele saiu para a varanda de pedra, o fuzil colado ao ombro. O recuo da arma vibrava contra sua clavícula, um ritmo familiar e brutal, enquanto ele disparava rajadas controladas contra