Meu pai aperta um pouco mais o meu braço, como se temesse que eu simplesmente desmoronasse ali, ou saísse correndo pra fazer exatamente o que uma parte de mim quer: ir atrás de Nolan e de Princesa e resolver esse negócio na base do dente e da unha.
“Lira”, ele chama, a voz mais baixa do que antes, cuidada, quase cuidadosa demais, como quem fala com alguém à beira de um ataque. “Você está bem?”
A resposta que sobe na garganta é um não tão alto que, se eu deixasse sair, provavelmente ecoaria mais