Assim que o café termina e o povo começa a levantar, é uma coisa meio coreografada: cadeira arrasta, risadinha aqui, “bora pra academia” ali, todo mundo empolgado pra ir tomar porrada cedo. Eu já me preparo pra seguir o fluxo, porque aparentemente agora eu sou parte do pacote “juventude da matilha”, quando alguém corta meu caminho.
Uma garota tímida, baixinha, com cara de quem pede desculpa até pra porta quando esbarra nela, para bem na minha frente. Ela segura a barra da blusa como se fosse ca