Fico um tempo olhando pro cartão preto largado na cômoda, pras paredes bonitas, pro teto caro, até lembrar que o universo não espera ninguém se recompor pra continuar jogando coisa em cima.
Suspirando, viro pro que realmente importa no momento: a pilha de roupas que a princefalsa deixou em cima da cama.
Pego a primeira peça do topo e, assim que desdobro, uma risada histérica escapa antes que eu consiga segurar.
“As melhores roupas”, hein.
Uma ova.
Ela, com certeza, deve ter assaltado o guarda-r